18 maio, 2007

Tão supérfluo tudo! Nós e o mundo e o mistério de ambos

.:perturba-me a perfeita atenção às minhas sensações:.

Envenenada, ajoelha e não reza

"Ah, mas como eu desejaria lançar ao menos numa alma alguma coisa de veneno, de desassossego e de inquietação. Isso consolarme-ia um pouco da nulidade de acção em que vivo".

"Um amor assim delicado
Você pega e despreza
Não devia ter despertado
Ajoelha e não reza

Dessa coisa que mete medo
Pela sua grandeza
Não sou o único culpado
Disso eu tenho a certeza

Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa"

(Pessoa e Cê)

Paisagem

Rio, la samba des jours avec toi...
das minhas obsessões,
implicâncias,
paixões antigas e recentes,
flertes sem consequência
e inícios de namoro.